quinta-feira, 2 de julho de 2020

Schopenhauer - Um filosofo incrivel


Schopenhauer tem razão?

Quando um amigo sugeriu que os dois procurassem por mulheres, ele respondeu: “A vida é tão curta, questionável e evanescente que não merece qualquer tipo de esforço maior.”

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Reforma Trabalhista?

Vamos ler, refletir para depois opinar...Vamos da baixa ao sectarismo?

Confira abaixo as principais mudanças com a reforma trabalhista: 
Jornada intermitente 
Hoje, a legislação não contempla essa modalidade de trabalho. Atualmente, a jornada é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia. Pelo novo texto é permitida a prestação de serviços de forma descontínua, podendo o funcionário trabalhar em dias e horários alternados. 
Remuneração 
Atualmente, a remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Com a reforma trabalhista, o empregador paga somente pelas horas efetivamente trabalhadas. O contrato de trabalho nessa modalidade deve ser firmado por escrito e conter o valor da hora de serviço. 
Trabalho remoto 
Atualmente a legislação não contempla essa modalidade de trabalho. Porém, com a reforma trabalhista, tudo que o trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa. 
Descanso 
O trabalhador que atua no regime de trabalho de 8 horas diárias tem direito a uma hora e ao no máximo duas horas de intervalo para repouso ou alimentação. Pelo projeto, o intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. 
Férias
As férias de 30 dias podem ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 10 dias. Há possibilidade de 1/3 do período ser pago em forma de abono. Com a reforma, as férias podem ser fracionadas em até três períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 14 dias corridos e os períodos restantes não sejam inferiores a cinco dias corridos cada um. A reforma também proíbe que o início das férias ocorra no período de dois dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado. 
Trabalho temporário 
O texto retira as alterações de regras relativas ao trabalho temporário. A Lei da Terceirização (13.429/17), sancionada em março, já havia mudado as regras do tempo máximo de contratação, de três meses para 180 dias, consecutivos ou não. Além desse prazo inicial, pode haver uma prorrogação por mais 90 dias, consecutivos ou não, quando permanecerem as mesmas condições. 
Terceirização 
A medida estabelece uma quarentena de 18 meses entre a demissão de um trabalhador e sua recontratação, pela mesma empresa, como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos. 
Para evitar futuros questionamentos, o substitutivo define que a terceirização alcança todas as atividades da empresa, inclusive a atividade-fim (aquela para a qual a empresa foi criada). A Lei de Terceirização não deixava clara essa possibilidade. A legislação prevê que a contratação terceirizada ocorra sem restrições, inclusive na administração pública. 
Contribuição sindical 
Atualmente o tributo é recolhido anualmente e corresponde a um dia de trabalho, para os empregados, e a um percentual do capital social da empresa, no caso dos empregadores. Com a reforma trabalhista, a contribuição passa a ser opcional. 
Demissão 
Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê demissão nas seguintes situações: solicitada pelo funcionário, por justa causa ou sem justa causa. Apenas no último caso, o trabalhador tem acesso ao FGTS, recebimento de multa de 40% sobre o saldo do fundo e direito ao seguro-desemprego, caso tenha tempo de trabalho suficiente para receber o benefício. Pelo novo texto, o contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80%  do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, porém não terá direito ao seguro-desemprego. 
Acordo coletivo 
O texto mantém o prazo de validade de dois anos para os acordos coletivos e as convenções coletivas de trabalho, vedando expressamente a ultratividade (aplicação após o término de sua vigência). Convenções e acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Dessa forma, sindicatos e empresas poderão negociar condições de trabalho diferentes das previstas em lei. 
Transporte até o trabalho
Atualmente, trabalhadores têm direito a incluir o tempo gasto para chegar ao trabalho como horas de jornada, quando não há acesso em transporte público e a empresa fornece transporte alternativo. Pela proposta do governo, o tempo despendido até o local de trabalho e o retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho. 
Ações trabalhistas 
Atualmente, o trabalhador que entra com ação contra empresa não arca com nenhum custo e pode faltar até três audiências judiciais. Com a mudança nas leis trabalhistas, o benefício da justiça gratuita passará a ser concedido apenas aos que comprovarem insuficiência de recursos. Os demais, serão obrigados a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e arcar com as custas do processo, caso perca a ação. Haverá ainda punições para quem agir com má-fé, com multa de 1% a 10% da causa, além de indenização para a parte contrária.  
Falta de registro 
O texto atual da CLT estabelece multa de meio salário mínimo regional por empregado não registrado, acrescido de igual valor em caso de reincidência. Pela proposta do Governo, a multa para empregador que mantém empregado não registrado passa a ser de R$ 3 mil. Nos casos de microempresa e empresa de pequeno porte, cai para R$ 800,00. 
Rescisão contratual 
Atualmente é exigido que a homologação do contrato seja feita em sindicatos. Com a mudança, ela passa a ser feita na própria empresa, na presença de advogados do patrão e do trabalhador – que pode ter assistência do sindicato.  
Gravidez
Mulheres grávidas ou lactantes estão proibidas de trabalhar em lugares com condições insalubres. Não há limite de tempo para avisar a empresa sobre a gravidez. Pela proposta do governo, é permitido o trabalho em ambientes considerados insalubres, desde que a empresa apresente um atestado médico que garanta que não há risco ao bebê nem à mãe. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a gravidez. 

terça-feira, 14 de março de 2017

O tempo é um santo remédio

A imagem pode conter: 1 pessoa, selfie e close-up
O tempo é remédio para várias coisas,
O passar do tempo faz agente entender vários coisas,
O tempo apaga várias coisas,
As coisas para acontecer precisa de tempo.
O tempo é 100% democrático, pois todo ser humano tem 24 hs no dia
O tempo é tão bom comigo que após 4 décadas meus cabelos continuam pretos...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Ser conveniente te faz bem?

As vezes vivemos em uma relação conjugal por conveniência
As vezes deixamos de falar algumas coisas para sermos convenientes
As vezes é conveniente ficarmos calados
As vezes  é  conveniente dar  propina do que fazer o que manda o protocolo
As vezes dizemos sim para sermos convenientes
As vezes deixamos de fazer algumas coisas para sermos convenientes.
As vezes eu me canso de ser conveniente.
Eu tenho duas angústias:

 Uma é viver sendo conveniente, e a outra é viver na inconsequência

. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Dias Gomes - Imortal


Em seu romance O Bem Amado, o Odorico, constrói o cemitério na sua cidade e ele mesmo inaugura.
No caso do Rio de Janeiro, o Sergio Cabral construiu o presidio da Bangu e ele mesmo está se servido.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Pensamento de Ayn Rand

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".

Ayn Rand, filósofa russo-americana  (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920)

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Impeachment? Hoje é um dia de fracasso.

Hoje é um dia de fracasso. O impeachment de um presidente da República é um fracasso nacional.
Mas é importante entendermos o que aconteceu. Como chegamos a este fracasso.
Dilma Rousseff está sofrendo o impeachment por parte de um Congresso fisiológico. O que motiva boa parte dos parlamentares pró-impeachment tem mais a ver com sua própria sobrevivência e a de suas práticas do que o futuro do Brasil. Entregam Dilma à turba de brasileiros que marcham pelas ruas contra a corrupção na esperança de que sacie sua fome. Vão-se os anéis, ficam os dedos.
Com alguma sorte, a turma volta para casa e o Congresso segue a vida como ela era.
As pedaladas fiscais são uma desculpa. Elas aconteceram. Aconteceram, entre 2014 e 2015, em níveis muito superiores à prática de todos os presidentes anteriores. Principalmente no caso de 2014, ocorreram por populismo eleitoral. Interessava a Dilma disfarçar as reais condições da economia brasileira para se reeleger. As pedaladas de 2014 e 15 não são equivalentes às outras em volume ou no tempo. É bastante razoável considera-las operações de crédito. Mas também é fato que o Tribunal de Contas jamais as censurara antes.
As pedaladas são uma desculpa. Dilma sofre o impeachment por causa da Operação Lava Jato que expôs os brutais níveis de corrupção dentro de seu governo e no de seu antecessor e padrinho, Lula. Sofre o impeachment por sua inépcia na gestão econômica do país. As causas da crise podem estar lá fora, mas nenhum país emburacou como aquele governado por Dilma. Sofre o impeachment, também, porque a nova classe média, gestada durante o governo Lula, virou-lhe as costas. Virou porque está ameaçada de perder tudo o que ganhou pela crise.
Presidente da Câmara, Eduardo Cunha chantageou Dilma ameaçando abrir o processo de impeachment caso o Planalto não o auxiliasse na luta por manter seu mandato. O Planalto quis ajuda-lo. Tentou. Se esforçou. Os deputados federais do PT é que se recusaram a ouvir os apelos do Planalto. Dilma estava plenamente disposta a ser chantageada. Parlamentares petistas é que decidiram, ali, impor um limite. Um raro gesto de dignidade que lhes custou caro, talvez. E a abertura do processo veio. E mais de dois terços do plenário da Câmara achou por bem apresentar a denúncia de impeachment ao Senado.
Não se trata de uma luta de fisiológicos contra honrados.
O PT, ao chegar no Planalto, acreditou que poderia jogar o mesmo jogo. Tornou-se tão fisiológico quanto os velhos coronéis, tão corrupto quanto os antigos barnabés, tão capaz de distribuir cargos, verbas e propinas quanto quaisquer outros políticos que já estiveram no mando brasileiro.
Lula e seu governo são investigados por práticas de corrupção em níveis nunca documentados. O prejuízo oficial da Petrobras, aquele cravado em planilha, provocado pela corrupção de diretores que se tornaram réus confessos, causado por negócios terríveis nos quais há inúmeros sinais de ampla distribuição de propinas como a compra improvável de Pasadena, equivale a 1% do PIB brasileiro. Os efeitos da brusca queda da Petrobras sentem-se com violência em toda economia brasileira, em particular no estado do Rio de Janeiro. Dilma Rousseff, a administradora capaz que se gabava de microgerenciar cada casa decimal de cada planilha, presidia o Conselho da Petrobras.
Ela é responsável pelo que ocorreu na empresa. Ela é responsável pelo que aconteceu no Brasil nos últimos cinco anos e meio.
Assim como Lula é responsável. Um político extraordinário, brilhante, de um carisma ímpar. Não há hoje, no Brasil, um político mais hábil do que Lula. Ele poderia ter comandado uma ong internacional de combate à fome, poderia ter presidido a ONU, poderia ter sido Nelson Mandela. Preferiu ser lobista de empreiteiras. É incrível como um homem tão grande pode ser tão pequeno. Com suas palestras e seu nome, poderia ter pago quantas reformas quisesse em quanto sítios de Atibaia desejasse, teria os tríplex com os quais sonhasse. E ainda, pela pura força de seu carisma e de seu nome, pela habilidade nata de costurar acordos, teria chegado ao Nobel da Paz e melhorado a vida de um bom bilhão de homens, mulheres e crianças.
Lula preferiu ser lobista de empreiteiras brasileiras na África e América Latina. Preferiu exportar o fisiologismo pátrio.
O fracasso dele é o nosso fracasso. É o fracasso cultural do Brasil. Porque Lula é o reflexo do que o Brasil é.
Os antipetistas mais rábicos podem acreditar que tiveram uma grande vitória e que afastaram do poder alguma espécie de mal fundamental.
Os petistas mais irracionais acreditarão que as possibilidades de um governo justo e social foram derrubadas pelas camadas mais reacionárias da sociedade.
O que aconteceu foi muito menor.
Só substituímos um governo fisiológico por outro. O governo Michel Temer não tem uma política econômica particularmente distinta daquela que Dilma tentou implementar a partir de 2015. A diferença é que Temer é um político hábil e Dilma não o foi. A diferença é que Michel Temer completa as frases que inicia. Com alguma sorte, estabilidade econômica virá.
Mas Michel Temer é também o Brasil velho. Como, aliás, o PT.
O impeachment é legal. Se é legal, não é Golpe. Não é consolo.
Mas há a Lava Jato.
O fisiologismo brasileiro se ancora na propina de grandes empresários que detém os mais vultosos contratos públicos. É esta propina que, lentamente, vai financiando as campanhas eleitorais que ampliam a base fisiológica nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e Congresso Nacional.
O fisiologismo abraçado por tucanos e petistas, assim como por peemedebistas e todos os outros.
Se alguém quer entender por que o Congresso Nacional piora a cada ciclo eleitoral é por causa disso. Porque, desde a redemocratização, a máquina do fisiologismo trabalhou para produzir dinheiro de campanha e se procriar. Este tipo de vereador, deputado e senador encontrou o caldo de cultura perfeito. A fonte da eterna caixa 2.
Mas há a Lava Jato.
E empresários, hoje, têm medo de pagar propinas. Para eles, corromper ficou caro. O dinheiro de campanha que alavancava a candidatura de parlamentares fisiológicos está desaparecendo. Será um soluço inédito na história do Brasil para tudo voltar a ser como antes? A política brasileira pode ter piorado, mas o Estado melhorou por dentro. Talvez o Estado democrático tenha criado a vacina para este fisiologismo patrimonialista que nos condena ao passado.
Essa é a esperança que nos resta.
[Tenentes, A Guerra Civil Brasileira, meu último livro, já está a venda:http://loja.pedrodoria.com.br/]

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Valores que ficaram - por Mírian Leitão



O real começou circular há exatamente 22 anos, quando em primeiro de julho de 1994* a URV se transformou em moeda. Para Pedro Malan, que presidia o Banco Central e foi ministro da Fazenda na consolidação do plano de estabilização, o país já consolidou os valores da inflação baixa e da inclusão. “Somos hoje mais intolerantes às discriminações”.
:
veja a entrevista na integra: http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/valores-que-ficaram.html

Valores que ficaram - por Mírian Leitão



O real começou circular há exatamente 22 anos, quando em primeiro de julho de 1994* a URV se transformou em moeda. Para Pedro Malan, que presidia o Banco Central e foi ministro da Fazenda na consolidação do plano de estabilização, o país já consolidou os valores da inflação baixa e da inclusão. “Somos hoje mais intolerantes às discriminações”.
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veja a entrevista na integra: http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/valores-que-ficaram.html

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Economia já vê 'luz no fim do túnel', diz Luiza Trajano


O emprego e a renda no Brasil "caíram demais", na avaliação da empresária Luiza Helena Trajano. A atual presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza considerou que esses fatores são essenciais para "mover" o varejo. Durante apresentação num evento do setor têxtil em São Paulo, ela avaliou, porém, que há uma "luz no fim do túnel".

"Três coisas movem o varejo e elas são a renda, o emprego e o crédito", comentou. "O emprego caiu demais, a renda caiu demais e as pessoas não estão buscando crédito", acrescentou.

Luiza considerou, porém, que as tendências da economia parecem estar melhorando. "Parece que agora a economia está encontrando uma luz no fim do túnel", afirmou. De acordo com ela, o IDV tem mantido conversas com membros do governo Michel Temer, mas a empresária não deu detalhes.

A presidente do IDV destacou ainda que o atual cenário traz algumas oportunidades para varejistas. Ela ressaltou como exemplo a possibilidade de renegociação de aluguéis. De acordo com ela, o Magazine Luiza tem conseguido abrir lojas em cidades onde isso antes não vinha sendo possível.

Voltando a citar o Magazine Luiza como exemplo, a empresária disse que, desde o ano passado, todas as áreas do grupo têm se concentrado na atividade de vendas. Ela apresentou um vídeo no qual a companhia afirma que, num mercado que encolhe, o Magazine Luiza terá foco em ganhar participação de mercado sobre concorrentes.

Luiza ainda defendeu que o momento atual exige foco dos empresários em eficiência. "Nesse momento, você refaz sua empresa e melhora a produtividade, que ainda é baixa", declarou.

fonte: Estadão Conteudo

Uma luz no fim do túnel na nossa economia?

Confiança do consumidor avança em junho, diz FGV

A confiança do consumidor subiu 3,4 pontos em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, disse ontem (27) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Com o resultado, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) fechou o mês em 71,3 pontos.

Após atingir mínima histórica, varejo nacional começa a ensaiar retomada


Para especialistas, é impossível cravar quando acontecerá a recuperação das vendas. No entanto, a estabilização de indicadores da Fecomercio, ACSP e Boa Vista é considerada um bom presságio
A série de resultados negativos nas vendas no varejo brasileiro pode estar próxima do fim. No mês passado, o índice que analisa o movimento do comércio registrou alta de 0,1% frente a abril, o que pode significar o início de uma curva ascendente
fonte: http://www.dci.com.br/comercio/varejo-brasileiro-comeca-a-sinalizar-retomada-gradual-id558042.html

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Brasil mostre sua cara!

Essa não pode passar em branco, a senadora Gleisi Hoffmann, foi a que mais gritou que o "impeachment é golpe".
Agora o Brasil entende o porque da posição da senadora Gleisi Hoffmann.
A tropa de choque dos PTralhas perde um meliante!
Resultado de imagem para senadora gleisi hoffmann

Brasil mostre sua cara!
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/06/23/ex-ministro-paulo-bernardo-e-preso-pela-pf.htm


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Falta de Esperança



Observar o cenário politico mim deixa muito chateado, pois a corrupção está intrinsecamente no modelo politico brasileiro, ou seja, a corrupção está nas nossas entranhas.
Ver que a lava jato afeta quase todo quadro politico causa muita falta de esperança. Porem, o que mais causa desesperança é saber que os poucos políticos que não tem o rabo preso com a lava jato não consegue financiar uma campanha sem ter que fazer acordos espúrios. 
É isso mesmo, como financiar uma campanha com 100% de recursos lícitos?
É um vicio muito pernóstico....
Temos bons quadros, por exemplo: Cristóvão Buarque, Tarso Genro, Henrique Meirelles e outros....
Enquanto o povo brasileiro não perceber a necessidade da reforma politica, vamos engolindo o custo da corrupção.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

E agora José?


Há tempo que não me dou o trabalho de falar Política e Economia, nessa nação chamada Brasil. No entato, minha indiginação bate mais forte.
I - Fico estarrecido ao ver alguns brasileiros dizer: "Esse governo não tem culpa", o problema vem de longe. Essa postura de vitimizar o atual governo é muito pernóstico. Pois, não assume responsabilidade da atual conjuntura.
II- Essa postura do governo e do seu partido explica a atual crise, alias quais as causas da crise econômica que estamos enfrentando?
CREDIBILIDADE, ou seja, a falta de CREDIBILIDADE
III – Estamos num cenário de vários problemas de corrupção, uma presidenta trapalhona, um ministro da fazenda, genuinamente liberal, com preceitos capitalistas, tentando reorganizar os agentes econômicos, porém sem carta branca do governo para agir...
Qual o investidor, empresário em pleno gozo de suas sanidades mentais vai investir 1 centavo num cenário confuso e incerto como esse?
E pra você que demoniza os investidores e empresários são esses agentes que gera emprego, paga salários, impostos, enfim. É uma peça fundamental para mover a economia.
A ultima vez que discutir política e economia, inclusive foram até discussões calorosas...Eu sempre dizia: Tomara que eu esteja errada, mas infelizmente os prognósticos declarados foram concretizados.
Agora nos resta: Tolerar uma inflação 10%, desemprego de 8%, enfim a crise está aí, crise sabe quando começa e nunca sabe quando e como termina.

Como tudo na vida, não podemos mudar o passado, só nos resta lidar com suas consequências no futuro.

Usar crise para chegar ao poder é "versão moderna de golpe" - Disse Dilma


Em entrevista a uma rádio de Presidente Prudente, cidade do interior de São Paulo que ela visita nesta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff disse ser “fundamental ter muita calma nessa hora” para enfrentar a crise política e econômica e classificou como uma “versão moderna de golpe” usar a crise como mecanismo para se chegar ao poder.

fonte:www.valor.com.br


 Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/politica/4226902/dilma-usar-crise-para-chegar-ao-poder-e-versao-moderna-de-golpe ou as ferramentas oferecidas na página.  Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo. Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/politica/4226902/dilma-usar-crise-para-chegar-ao-poder-e-versao-moderna-de-golpe ou as ferramentas oferecidas na página.  Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O que é socialismo? Te explico com um exemplo





Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.
Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.
O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando  dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
Enquanto o maldito capitalismo, seu o cerne está centrado no direito a propriedade privada. O problema é que as pessoas (de modo geral) se identificam com essa característica. E ao mesmo tempo tem remorso pela as mazelas gerada pela lógica capitalista...    


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Estados Unidos - a águia continua forte.



Com PIB Nominal de US$ 15,7 trilhões e crescimento de 2,2% em 2012, os Estados Unidos destacaram-se como a principal economia do Mundo, detendo cerca de 20% da riqueza global. O setor de serviços é o principal ramo de atividade e respondeu por 80% do PIB, seguido do industrial, com 19%, e do agrícola, com 1%.

Para reflexão neste final de semana, alguns números desta potência mundial, obtidos no Ministério das Relações Exteriores – Agosto/2013.   

PIB Nominal
US$ 15,68 trilhões
Crescimento real do PIB
2,2%
PIB Nominal "per capita"
US$ 49.922
PIB PPP
US$ 15,68 trilhões
PIB PPP "per capita"
US$ 49.922
Inflação
1,85%
Reservas internacionais
US$ 150 bilhões

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Cenário político e econômico – por Alexandre Schwartsman


Confesso que os protestos me pegaram completamente de surpresa. Embora qualquer um que tenha lido minhas reclamações constantes acerca do rumo do país possa concluir que ando insatisfeito, jamais imaginei que este sentimento fosse compartilhado e profundo o suficiente para gerar os movimentos dos últimos dias.

Da mesma forma, estaria mentindo se afirmasse entender o que ocorre. Ainda que meu instinto de economista aponte para a aceleração da inflação como um elemento que deve ter contribuído para os protestos, é forçoso reconhecer que eles parecem refletir temas bem mais amplos, possivelmente ligados à percepção de um distanciamento crescente entre a população e seus representantes, materializada, por exemplo, em políticas públicas que não atenderiam seus reais anseios.

De qualquer forma, não me acho suficientemente equipado para analisá-los e explicá-los. Onde talvez possa contribuir, correndo o risco inerente a todas as análises feitas no calor do momento, é na tentativa de entender as implicações deste fenômeno para a formulação de política, em particular na sua faceta macroeconômica. E, da forma como vejo o problema, as implicações não são nada boas.

São essencialmente duas as razões que apontam para esta conclusão, ambas bastante exploradas em minhas colunas recentes.

A primeira diz respeito à natureza da desaceleração econômica dos últimos anos, que, no meu entender, reflete problemas associados à capacidade limitada de crescimento do país, seja pelo esgotamento da mão-de-obra disponível, seja por conta de gargalos crescentemente severos em praticamente tudo associado à esgarçada infraestrutura.

Já o entendimento do governo tem sido distinto, haja vista sua insistência em políticas para estimular a demanda, em particular o consumo, como recentemente expresso nos incentivos para a aquisição de eletrodomésticos. Muito embora estes tenham repetidamente se provado incapazes de fazer a economia acelerar de forma decisiva, a reação quase instintiva do governo em lançar mão deles a cada número ruim no campo da atividade econômica sugere que o diagnóstico oficial ainda aponta para a fraqueza da demanda como o motivo para o baixo crescimento.

Não por acaso, portanto, o resultado tem sido crescimento baixo com inflação alta, combinação profana que certamente colabora para a erosão da popularidade do governo. No entanto, políticas que poderiam corrigir estes desequilíbrios – notadamente a redução dos gastos públicos – e mais à frente recolocar o país na rota do crescimento sustentado implicariam custos em termos de atividade no curto prazo, em particular no período imediatamente anterior à eleição.

Isto nos traz à segunda razão. Se há algum objetivo do governo hoje, trata-se da manutenção do poder, seja pela reeleição da presidente, seja através do ainda remoto, mas possível, retorno do ex-presidente à linha de frente no ano que vem. Em qualquer um destes cenários, o apetite por medidas impopulares, ainda que necessárias, é naturalmente reduzido.

Neste contexto, os protestos agudizam o problema. Para um governo já pouco convencido acerca de diagnósticos discordantes e com objetivos políticos que se sobrepõem à estabilidade, a pressão adicional vinda das ruas se torna um incentivo poderoso ao reforço de políticas que irão demandar mais do Tesouro do que é possível sem comprometer adicionalmente o já precário equilíbrio macroeconômico.


Obviamente não pretendo insinuar que a estabilidade é incompatível com democracia, mesmo porque exemplos desta convivência não faltam, inclusive na América Latina, região que, há pouco, não se caracterizava nem por uma, nem por outra. Mas, na falta de instituições que protejam a estabilidade dos interesses políticos de curto prazo, turbulências políticas terminam por sacrificá-la no altar eleitoral. E nada me diz que desta vez será diferente.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Déficit de credibilidade

Por Celso Ming

De nada serviu à presidente Dilma adotar certas práticas da presidente Cristina Kirchner e chamar os críticos de sua política econômica de terroristas. Ela já deve ter elementos para entender que seu governo enfrenta sério déficit de credibilidade.
Ao longo dos dois últimos anos se atirou ao desmonte dos fundamentos da economia que haviam dado certo nos anos anteriores. O compromisso com uma política fiscal responsável foi substituído por uma sucessão aleatória de contratação de despesas públicas destituídas de um programa estratégico que lhes desse solidez. As metas passaram a ser atropeladas por resultados construídos por truques contábeis. E o resto é opaco. Ninguém entendeu, por exemplo, como o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai construir o prometido superávit primário (sobra de arrecadação para pagamento da dívida) de 2,3% do PIB.

Dilma. Falta a virada (FOTO: Andre Dusek/Estadão)
As manifestações que tomaram as ruas das grandes capitais questionam os critérios que determinaram as prioridades das despesas públicas. O governo do PT, que lá atrás pregava as excelências do orçamento participativo, conduz suas pautas de uma maneira errática, à base de desonerações temporárias e discriminatórias e de transferências de dezenas de bilhões de reais do Tesouro para o Banco do Brasil, para a Caixa Econômica Federal e para o BNDES.
Até agora, os estragos provocados pela inflação no orçamento do trabalhador foram considerados irrelevantes. O importante era perseguir o “pibão grandão”, que não acontece. A escalada de preços foi entendida como consequência de choques externos, de impacto temporário. A política monetária (política de juros) que deveria ater-se a levar a inflação à meta de 4,5% ao ano, foi reorientada para perseguir uma meta de juros. A obsessão da presidente Dilma foi derrubar os juros reais (descontada a inflação) para o nível dos 2% ao ano, não importando se as condições o comportavam.
Mas o momento não é só de desarrumação das contas públicas e de impacto inflacionário. É também de deterioração das contas externas. O rombo nas contas correntes (comércio exterior de mercadorias e serviços mais transferências unilaterais) passou de 2,4% para 3,2% em apenas cinco meses (veja o Confira). E, pior, tende a alargar-se para acima do afluxo de capitais de investimento. Esse é o principal fator que vai puxando as cotações do dólar para o alto.
Ainda na quinta-feira, o governo Dilma desmentiu categoricamente a substituição de peças-chave no comando da política econômica, como manobra destinada a recuperar credibilidade. Não basta a simples troca de nomes. É preciso primeiro admitir a substituição do atual arranjo experimentalista de política econômica por outro que garanta estabilidade e confiança.
Até agora, o governo Dilma descartou peremptoriamente quaisquer mudanças radicais de rumo. A opção foi ir tocando as coisas, do jeito que der, de maneira a não colocar em risco a recondução da presidente Dilma a um segundo mandato nas eleições de 2014. Mas essa é uma aposta em que nenhuma reviravolta política acontecerá até lá. As manifestações pelo País parecem dizer o contrário.
CONFIRA:
O gráfico mostra a evolução do déficit em Conta Corrente acumulado a cada período de 12 meses.
Acima do esperado. A deterioração das Contas Externas não é apenas crescente. É também maior do que o esperado.
O IED ficou curto. Até agora, o rombo era compensado com a entrada de capitais de investimento (Investimento Estrangeiro Direto). Mas, além de maior, o déficit tende a continuar crescendo, porque a disposição dos capitais é tomar o rumo dos Estados Unidos.