segunda-feira, 20 de junho de 2016

Falta de Esperança



Observar o cenário politico mim deixa muito chateado, pois a corrupção está intrinsecamente no modelo politico brasileiro, ou seja, a corrupção está nas nossas entranhas.
Ver que a lava jato afeta quase todo quadro politico causa muita falta de esperança. Porem, o que mais causa desesperança é saber que os poucos políticos que não tem o rabo preso com a lava jato não consegue financiar uma campanha sem ter que fazer acordos espúrios. 
É isso mesmo, como financiar uma campanha com 100% de recursos lícitos?
É um vicio muito pernóstico....
Temos bons quadros, por exemplo: Cristóvão Buarque, Tarso Genro, Henrique Meirelles e outros....
Enquanto o povo brasileiro não perceber a necessidade da reforma politica, vamos engolindo o custo da corrupção.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

E agora José?


Há tempo que não me dou o trabalho de falar Política e Economia, nessa nação chamada Brasil. No entato, minha indiginação bate mais forte.
I - Fico estarrecido ao ver alguns brasileiros dizer: "Esse governo não tem culpa", o problema vem de longe. Essa postura de vitimizar o atual governo é muito pernóstico. Pois, não assume responsabilidade da atual conjuntura.
II- Essa postura do governo e do seu partido explica a atual crise, alias quais as causas da crise econômica que estamos enfrentando?
CREDIBILIDADE, ou seja, a falta de CREDIBILIDADE
III – Estamos num cenário de vários problemas de corrupção, uma presidenta trapalhona, um ministro da fazenda, genuinamente liberal, com preceitos capitalistas, tentando reorganizar os agentes econômicos, porém sem carta branca do governo para agir...
Qual o investidor, empresário em pleno gozo de suas sanidades mentais vai investir 1 centavo num cenário confuso e incerto como esse?
E pra você que demoniza os investidores e empresários são esses agentes que gera emprego, paga salários, impostos, enfim. É uma peça fundamental para mover a economia.
A ultima vez que discutir política e economia, inclusive foram até discussões calorosas...Eu sempre dizia: Tomara que eu esteja errada, mas infelizmente os prognósticos declarados foram concretizados.
Agora nos resta: Tolerar uma inflação 10%, desemprego de 8%, enfim a crise está aí, crise sabe quando começa e nunca sabe quando e como termina.

Como tudo na vida, não podemos mudar o passado, só nos resta lidar com suas consequências no futuro.

Usar crise para chegar ao poder é "versão moderna de golpe" - Disse Dilma


Em entrevista a uma rádio de Presidente Prudente, cidade do interior de São Paulo que ela visita nesta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff disse ser “fundamental ter muita calma nessa hora” para enfrentar a crise política e econômica e classificou como uma “versão moderna de golpe” usar a crise como mecanismo para se chegar ao poder.

fonte:www.valor.com.br


 Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/politica/4226902/dilma-usar-crise-para-chegar-ao-poder-e-versao-moderna-de-golpe ou as ferramentas oferecidas na página.  Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo. Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/politica/4226902/dilma-usar-crise-para-chegar-ao-poder-e-versao-moderna-de-golpe ou as ferramentas oferecidas na página.  Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O que é socialismo? Te explico com um exemplo





Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.
Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.
O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando  dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
Enquanto o maldito capitalismo, seu o cerne está centrado no direito a propriedade privada. O problema é que as pessoas (de modo geral) se identificam com essa característica. E ao mesmo tempo tem remorso pela as mazelas gerada pela lógica capitalista...    


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Estados Unidos - a águia continua forte.



Com PIB Nominal de US$ 15,7 trilhões e crescimento de 2,2% em 2012os Estados Unidos destacaram-se como a principal economia do Mundo, detendo cerca de 20% da riqueza global. O setor de serviços é o principal ramo de atividade e respondeu por 80% do PIB, seguido do industrial, com 19%, e do agrícola, com 1%.

Para reflexão neste final de semana, alguns números desta potência mundial, obtidos no Ministério das Relações Exteriores – Agosto/2013.   

PIB Nominal
US$ 15,68 trilhões
Crescimento real do PIB
2,2%
PIB Nominal "per capita"
US$ 49.922
PIB PPP
US$ 15,68 trilhões
PIB PPP "per capita"
US$ 49.922
Inflação
1,85%
Reservas internacionais
US$ 150 bilhões

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Cenário político e econômico – por Alexandre Schwartsman


Confesso que os protestos me pegaram completamente de surpresa. Embora qualquer um que tenha lido minhas reclamações constantes acerca do rumo do país possa concluir que ando insatisfeito, jamais imaginei que este sentimento fosse compartilhado e profundo o suficiente para gerar os movimentos dos últimos dias.

Da mesma forma, estaria mentindo se afirmasse entender o que ocorre. Ainda que meu instinto de economista aponte para a aceleração da inflação como um elemento que deve ter contribuído para os protestos, é forçoso reconhecer que eles parecem refletir temas bem mais amplos, possivelmente ligados à percepção de um distanciamento crescente entre a população e seus representantes, materializada, por exemplo, em políticas públicas que não atenderiam seus reais anseios.

De qualquer forma, não me acho suficientemente equipado para analisá-los e explicá-los. Onde talvez possa contribuir, correndo o risco inerente a todas as análises feitas no calor do momento, é na tentativa de entender as implicações deste fenômeno para a formulação de política, em particular na sua faceta macroeconômica. E, da forma como vejo o problema, as implicações não são nada boas.

São essencialmente duas as razões que apontam para esta conclusão, ambas bastante exploradas em minhas colunas recentes.

A primeira diz respeito à natureza da desaceleração econômica dos últimos anos, que, no meu entender, reflete problemas associados à capacidade limitada de crescimento do país, seja pelo esgotamento da mão-de-obra disponível, seja por conta de gargalos crescentemente severos em praticamente tudo associado à esgarçada infraestrutura.

Já o entendimento do governo tem sido distinto, haja vista sua insistência em políticas para estimular a demanda, em particular o consumo, como recentemente expresso nos incentivos para a aquisição de eletrodomésticos. Muito embora estes tenham repetidamente se provado incapazes de fazer a economia acelerar de forma decisiva, a reação quase instintiva do governo em lançar mão deles a cada número ruim no campo da atividade econômica sugere que o diagnóstico oficial ainda aponta para a fraqueza da demanda como o motivo para o baixo crescimento.

Não por acaso, portanto, o resultado tem sido crescimento baixo com inflação alta, combinação profana que certamente colabora para a erosão da popularidade do governo. No entanto, políticas que poderiam corrigir estes desequilíbrios – notadamente a redução dos gastos públicos – e mais à frente recolocar o país na rota do crescimento sustentado implicariam custos em termos de atividade no curto prazo, em particular no período imediatamente anterior à eleição.

Isto nos traz à segunda razão. Se há algum objetivo do governo hoje, trata-se da manutenção do poder, seja pela reeleição da presidente, seja através do ainda remoto, mas possível, retorno do ex-presidente à linha de frente no ano que vem. Em qualquer um destes cenários, o apetite por medidas impopulares, ainda que necessárias, é naturalmente reduzido.

Neste contexto, os protestos agudizam o problema. Para um governo já pouco convencido acerca de diagnósticos discordantes e com objetivos políticos que se sobrepõem à estabilidade, a pressão adicional vinda das ruas se torna um incentivo poderoso ao reforço de políticas que irão demandar mais do Tesouro do que é possível sem comprometer adicionalmente o já precário equilíbrio macroeconômico.


Obviamente não pretendo insinuar que a estabilidade é incompatível com democracia, mesmo porque exemplos desta convivência não faltam, inclusive na América Latina, região que, há pouco, não se caracterizava nem por uma, nem por outra. Mas, na falta de instituições que protejam a estabilidade dos interesses políticos de curto prazo, turbulências políticas terminam por sacrificá-la no altar eleitoral. E nada me diz que desta vez será diferente.